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Bezerro Nelore 7@ (Mato Grosso) R$ 3211,03
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Vaca Gorda à vista (Mato Grosso) R$ 288,77
Font IMEA / 08/06/2021
Notícias
Organização internacional certifica região Noroeste de MT como zona livre de febre aftosa sem vacinação A Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE) reconheceu nesta quinta-feira (27.05), na 88° Assembleia Geral, o município de Rondolândia e partes de Aripuanã, Colniza, Comodoro e Juína, na região Noroeste de Mato Grosso, como zona livre de febre aftosa sem vacinação. O governador Mauro Mendes ressaltou que a certificação é um passo histórico para o Estado que tem o maior rebanho bovino do Brasil. “A mudança de status sanitário para livre de febre aftosa sem vacinação é um grande impulsionador econômico para o Estado, pois a carne mato-grossense alcançará mercados internacionais com melhores remunerações. Teremos a certificação que comprova que a carne daqui é produzida com sanidade e sustentabilidade”, avaliou. “Neste momento, temos um rebanho de 400 mil cabeças que estão no status ‘sem vacinação’, de um total de 31 milhões de cabeças de gado, o maior do País. Trabalhamos para que no próximo ano, de acordo com o cronograma do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, todo o estado atinja o status de livre de febre aftosa sem vacinação”, disse César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso. Em live após a reunião da OIE, a ministra Tereza Cristina disse que esta é uma importante conquista para a pecuária do Brasil. “Neste momento temos 20% do rebanho bovino brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação. Isto é resultado da total sintonia entre os governos Federal e estaduais. Esta certificação confirma o elevado padrão sanitário da pecuária do País”, enfatizou. A presidente do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea MT), Emanuelle de Almeida, lembrou que o órgão vem desde a década de 70 desempenhando a missão de fazer certificações, vistorias nas propriedades, cadastramento e educação sanitária junto aos produtores rurais. “Isso é resultado da confiança estabelecida entre o Instituto e os pecuaristas na ponta. O reconhecimento da região Noroeste como zona livre sem vacinação é fruto de um trabalho que começou em 2017, com o trabalho técnico do Indea em parceria com as demais entidades do agronegócio”, afirmou. Para Antônio Carlos Carvalho de Sousa, presidente do Fundo Emergencial de Saúde Animal (Fesa), a certificação da OIE é gratificante. “Vamos certificar que o nosso trabalho está sendo bem feito, garantindo qualidade sanitária do rebanho e, com isso, a sanidade econômica do nosso estado e País”. O processo de transição de zonas livres de febre aftosa com vacinação para livre sem vacinação está previsto no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), conforme estabelecido pelo Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).
Mato Grosso é estado mais eficiente do País na vacinação contra febre aftosa Mato Grosso é o estado pertencente à área habilitada para exportação à União Europeia que obteve o melhor resultado de eficiência de vacinação contra a febre aftosa – 99,99%. O resultado foi divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no “Estudo sorológico de avaliação da imunidade vacinal da população bovina contra a febre aftosa nas unidades federativas habilitadas para exportação de carne bovina à União Europeia”. “Este resultado mostra que na pecuária de Mato Grosso todos ganham. Produtores rurais tem seu produto valorizado, os frigoríficos mantêm esse importante e exigente mercado aberto. Enfim, de maneira geral, as certificações sanitárias são fundamentais para o crescimento de Mato Grosso que hoje tem o maior rebanho do país e se aproxima de ser o maior exportador de carne bovina do Brasil”, afirma César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso. O mínimo de eficiência estipulado pelo bloco econômico é 85%. As amostras foram coletadas em 54 estabelecimentos rurais selecionados aleatoriamente em 54 municípios do estado. As equipes do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT) colheram amostras de bovinos de 13 a 24 meses de idade para análise sorológica em laboratório oficial do Mapa. Para a presidente do Indea MT, Emanuelle de Almeida, esta é uma certificação comemorada por todos. “Desde lojas veterinárias encarregadas da adequada conservação das vacinas armazenadas até o produtor rural, interessado em aplicar a vacina com todo cuidado para imunizar seu rebanho, todos têm sua parcela de participação neste resultado. Destacamos ainda a importante contribuição da Famato, Sindifrigo, Acrimat e Fesa, que sempre apoiaram a campanha”, diz. O Ministério e o Indea MT são encarregados da normatização, controle, registro e fiscalização da comercialização de vacina e vacinação, bem como atividades de educação sanitária e comunicação.
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